sexta-feira, 29 de agosto de 2014

“A educação deve formar seres aptos para governar a si mesmos e não para ser governados pelos outros” Herbert Spencer
“Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!” Augusto Cury     
Em comemoração ao Dia do Estudante a escola organizou um campeonato de futsal no qual os alunos puderam demonstrar seu potencial esportivo, divertindo-se e evidenciando valores sempre tão necessários ao esporte tais como cooperação, respeito, confiança e talento. Depois do corre-corre, gols, suor, gritos e comemorações, foi merecido o lanche delicioso servido na escola e que tornou ainda mais prazeroso esse dia.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Pode ser que haja fadas no fundo do jardim. Não há evidências disso, mas você pode provar que não existe fada alguma?” Richard Dawkins
Reis, princesas e bruxas invadiram a escola trazendo a magia dos Contos de fadas para o nosso meio. As apresentações, resultado de um trabalho desenvolvido pela professora Jocimara com a turma do 1º V01, encantaram as crianças das séries iniciais da nossa escola e a turma convidada do pré-escolar da “União Laranjense”. Alunos e professores se deliciaram e se divertiram com as histórias que há muito fazem parte do nosso imaginário.

















 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014


 


 
 

 
“Sonhos determinam o que você quer. Ação determina o que você conquista”. Aldo Novak
Uma conquista grandiosa!  Foi imensa a satisfação de toda a comunidade escolar com a construção do espaço esportivo na EEEFM “Luiz Jouffroy”. Esse era um espaço há muito desejado e aguardado. A inauguração foi durante uma comemoração no dia 19/08/2014 e contou com a participação do diretor Jonatas André Drescher, de alguns membros da equipe pedagógica, professores, alunos e pais. O diretor fez a abertura agradecendo a presença de todos e falando sobre a importância desse local para ambientar os eventos escolares oferecendo maior comodidade. Salientou o empenho do poder público para a realização dessa obra e apresentou alguns trabalhos dos alunos desenvolvidos durante esse ano. Foi o momento de homenagear carinhosamente os pais pelo seu dia através de uma música _ Pais e filhos_ apresentada pelos alunos do Mais Educação orientados pela professora Gécica Schulz, com a leitura de uma Carta de um filho ao seu pai feita pela aluna Kamily Deorce Santos Seibel acompanhada pela professora Carolina Camuzzi Reblin e a apresentação do teatro “ O homem que olhou para cima“ sob a direção da professora Rose Becker.A noite terminou com um delicioso caldo seguido de uma sempre animada conversa.    

 










 

“O futuro se faz agora
E cada erro é uma vitória
Pois a derrota não existe
Não há conquista sem labuta
A vida é uma infinita luta
Onde só perde quem desiste.” Douglas Rafael

Parabéns aos nossos meninos e meninas que participaram como guerreiros dos Jogos na Rede 2014 em Afonso Cláudio. Impossível não se empolgar com a alegria e o talento dos nossos atletas. Foi uma participação marcante e que evidenciou a garra dos alunos da EEEFM “Luiz Jouffroy” em busca da vitória sem abrir mão do respeito, da responsabilidade e do companheirismo. Apesar de não ganharmos os Jogos certamente saímos como uma equipe vitoriosa.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014


“Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.” Mahatma Gandhi

Chegou ao fim a Olimpíada de Língua portuguesa. E foi uma tarefa difícil selecionar os textos que representariam nossa escola na etapa municipal, já que tínhamos vários candidatos fortes _ textos bem escritos e que expressavam com clareza e sensibilidade o nosso município_ desenvolvendo a temática “O lugar onde eu vivo”. O foco dessa edição da OLP aqui na nossa escola foi o Meio ambiente o que nos oportunizou discutir e analisar tal assunto e o impacto do mesmo em nossas vidas e em nossa cidade.

Poema _ Laranja da Terra _ Emilly Plaster Litig (5ª M02)

No cantinho do Espírito Santo

tem uma terra muito amada

Que se chama Laranja da Terra

que é muito abençoada.

 

A terra que tem a pedra

a pedra dos "Cinco pontões"

onde esconde segredos

guardados em seus valões.

 

Terras dos festejos e casamentos,

onde a noiva baila sem parar.

A festa não pode acabar

até no céu o sol raiar.

 

O broto é uma deliciosa comida

que todos devem provar,

é feito de milho cozido

levado ao forno para assar

 

Óh, Laranja da Terra

onde sempre quero morar.

 

Memórias _ Um viver simples _ Caio da Silva Teodoro (6ª M01)

Vida difícil e sofrida. Agricultura de subsistência,manejada de forma bem diferente do que é hoje: o uso de agrotóxicos era quase nenhum, usávamos muito adubos orgânicos os quais eram menos prejudiciais à saúde e mais eficientes. As plantações eram diversas, a base era café comum(hoje conhecido como conilon) e o arroz.

O café era produzido nos altos dos morros, um sofrimento conseguir trazê-lo para baixo, não havia carros automobilísticos que conseguissem acessar tais altos, a solução era fazer uso dos carros de boi os quais também eram usados para trazer a lenha. Agora vejo potentes tratores fazendo todo o trabalho que para nós era trabalho de dias.

Ah, nossas plantações de arroz...Algo raro de se ver hoje. Este era cultivado as margens do rio e quando vinham as chuvas e com elas as enchentes, o baixar das plantações era inevitável, mas não nos desesperávamos porque sabíamos que pouco se perderia pois as águas não estragavam aquele mangue de esperança e sustento. Era muita água, mas imune desses resíduos que hoje tanto consomem nosso planeta.

O belo de se ver eram as planícies, terras pouco acidentadas gerando uma beleza incomparável, um por do sol que simplesmente nos tirava da dura realidade. Nossa diversão era o rio, com características que permanecem apenas nas recordações _ águas cristalinas, profundidade assustadora, mas que marcou e muito, parte da minha infância.

Texto baseado nas memórias da senhora Tereza Schuanz

Crônicas _ Panha do café _ Vanessa da Silva (1º N01)

Quando amanhece, o celular desperta e uma voz doce bem lá longe fala:

_ Vanessa, Vanessa! Acorda filha, tá na hora.

Ao levantar, lavo meu rosto, a comida preparada é só pegar e fazer a marmita.

Quando está tudo pronto descemos e lá no ponto onde o patrão vem buscar a gente estão os companheiros, somos todos como irmãos, uma alegria só quando estamos juntos!

Indo para o lugar, um carro apertado com doze pessoas, vamos tão apertadinhos que nem sentimos frio.

Conversa vai, conversa vem, gargalhadas altas e quando menos se espera "nóis chega" no cafezal.

Achou estranho ou engraçado? Mas saiba que não é brincadeira não. É assim que muitos trabalhadores falam e isso se ocorre por muitos motivos entre eles a necessidade de trabalhar e não ter tempo para estudar. Porém isso é uma outra história.

Chegamos lá, tomamos café e vamos à luta _ ir para o cafezal.

Tem dias que o café tá seco, até parece que não deu um pingo de sereno. Outra vezes parece que choveu: o cafezal molhadinho que ao ver as folhas brancas de sereno dá até vontade de desistir.

Mas fazer o que né? Já estamos todos ali e o meio do cafezal se torna uma alegria só.

Conversa daqui, conversa dali gargalhada de cá, gargalhada de lá, tombos, galhadas na cara e já deu a hora do almoço. Todos se reúnem no meio do cafezal para almoçar.

Dentro dessa uma hora dá até para tirar um sono.

Depois de uma hora de almoço voltamos para a luta. O sol rachando de quente, puxa lona daqui, puxa lona de lá, ensaca o café e depois de muita conversa já deu a hora do café.

Meia hora de folga, né? Tomamos café rapidinho para descansar depois. Aí é só beber uma água, puxar lona, ensacar o café e até "mocegar" um pouquinho.

Todos cansados, contamos a hora para dar as cinco. O tempo passa, o sol se esconde e a ânsia de ir embora chega.

Cinco horas! Todos cansados, mas felizes pelo dia de trabalho. Voltamos apertadinhos, mas satisfeitos.

Artigo de Opinião _ Reposição de recursos ou contaminação? _ Marciana Bulian da Silva (2º M02)

Bairro consolidado, já pode ser considerado antigo, comporta apenas 50 famílias dos 10825 habitantes de Laranja da Terra, município o qual, pertence ao estado do Espírito Santo. O crescimento só não se acelera, pois a localidade com o nome Niterói, não conta com iluminação pública, água tratada e esgoto.

Recentemente houve a construção de uma rodovia federal, a qual tem passagem, pelo que dizem ser o "centro" do bairro, contudo a tubulação de esgoto não foi inserida em seu entorno, e as demais ruas continuam com o seu solo de massapé, e quando chove ninguém arrisca sair, ultrapassar o barro, é missão por todos, dita impossível.

A água consumida pela maioria dos habitantes, é de um poço artesiano, com o qual não se tem muitos cuidados, o que resulta em problemas de saúde; internações por infecções são frequentes e já condizem com o dia a dia.

Porém o que aflige a todos é o destino dado ao esgoto, muitas casas tem suas tubulações destinadas ao córrego que corta o bairro, e as demais introduziram o método de armazená-lo em buracos escavados no chão, o que chamam de fossas.

A contaminação do solo que ainda era fértil está no limite, os lençóis freáticos encontram-se parcialmente infectados, e nenhuma atitude é tomada e posta em prática.

Famílias que antes, tentavam manter uma vida saudável, produzindo suas próprias verduras e legumes, desistiram. Pois o que antes produzia com fartura, hoje nem brota mais.

O odor do esgoto já é nítido, e este conta ainda com a implementação dos óleos e do lixo automotivos produzido por oficinas.

Os moradores pedem ajuda e o meio ambiente, o verde, que se vê cada vez menos, clama por socorro!

Creio que já passou a hora, da implementação de saneamento básico, e da água potável, a ideia é atraente e condiz com a situação, pois os moradores tem por direito esses atributos, e o meio ambiente merece de vez ficar livre de tais vilões.

“Festa boa,viva São João

Tanta coisa pra fazer tanta coisa pra arrumar

Tem canjica pra mexer tem o coco pra ralar

Vamos ralar o coco vamos mexer a canjica

Rala o coco... Mexe a canjica...

E depois de tudo pronto vamos agora dançar

Está tudo preparado cada um pega seu par.” (Alceu Valença)

 

O clima de animação contagiou a todos que se empenharam desde a arrecadação, a organização e a preparação para que a nossa Festa Junina acontecesse. E é impossível não se alegrar diante das brincadeiras de pescaria, caixa de segredo, boca do palhaço e principalmente no jogo de lata onde nos divertimos em ver os pais voltarem a ser crianças. Impossível resistir (tudo bem que não nos esforçamos para isso) ao delicioso cardápio típico dessas festas: doces variados, bolos, tortas, caldos, pastéis e o tradicional canjicão. As apresentações não deixaram ninguém parado: quadrilhas, casamento caipira, dança country e diversas outras atrações animaram e divertiram o público até a festa acabar. Nosso agradecimento a todos pois o sucesso dessa noite teve a contribuição de cada um de vocês.







“A verdadeira aprendizagem acontece quando temos a certeza que ela será útil. E que nos tornará mais capacitados para atuarmos numa sociedade que exige: prontidão, habilidades e competência.”(Ana Fraga)

Buscando tornar significativa a aprendizagem do conteúdo referente aos tipos de células, as professoras de Ciências da sétima série dos turnos matutino e vespertino, Aline Suzi Ott Ratzke e Luzimar Aparecida Camuzzi Jaske, buscaram alternativas concretas a fim de apresentar de forma mais clara o funcionamento das células. Para tal, as turmas foram divididas em grupos que se reuniram e elaboraram maquetes com materiais alternativos. Massinhas, papel, tinta e até balas foram utilizados na tentativa de reproduzir modelos que pudessem facilitar a visualização dos alunos sobre esses micro-organismos. Concluindo, foi feito um trabalho com excelentes resultados e de um capricho admirável.Parabéns!!!